segunda-feira

O Vant que salva... Vant que mata...


Na primeira quinzena de novembro foi noticiado aos quatro ventos, que cerca de 15 rebeldes foram mortos por mísseis americanos no Paquistão. Se fosse apenas “mortos” seria uma situação considerada comum nessa guerra maluca provocada pela necessidade americana de se achar que tem que por “ordem” na casa alheia. O detalhe é os mísseis foram disparados por aviões sem piloto, os Vants (Veículos Aéreos não Tripulados) que estão cada vez mais numerosos nos céus do planetaComo arma de guerra os Vants tem a vantagem de serem fantásticos na tarefa de espionar o “território  inimigo” e não colocar em risco a vida do piloto. Na pesquisa científica podem carregar uma pá de sensores e câmeras para obter informações em planos privilegiados. Na metereologia, eles já estão substituindo os tradicionais balões usados na coleta de dados. Na segurança, começam a ser utilizados na vigilância policial, na localização de vitimas para posterior resgate. Na área de imagens geral, são capazes de transportar câmeras de foto e vídeo de alta definição, para realizar levantamentos imagens técnicas e artísticas. Finalmente, o uso e aplicação de vants chega a ser quase interminável e incontáveis vantagens.
Um equipamento como o vant,  por suas características especiais, inovadoras e revolucionárias, pode ser usado para o “bem” ou para o “mal”, com a mesma desenvoltura. Nos resta agora buscar associar  sempre os vants a tarefas dignas que ajudem e dignifiquem a sociedade humana. Abaixo o uso bélico dos vants.

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